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Playstation 3 foi hackeado!!!

Parece que o impossível se tornou realidade, o Playstation 3, console da Sony, foi finalmente hackeado, depois de 3 anos do seu lançamento. O cara que realizou esse feito se chama George Hotz, ou como é conhecido na cena por geohot. Em seu post ele explica o processo que passou para tal feito:

Olá Hypervisor, eu sou geohot.
Eu consegui acesso de leitura/gravação da memória do sistema inteiro do PS3, e nível de acesso HV ao processador. Em outras palavras, eu hackei o PS3. O resto é só software. E reversão. Tenho um monte de reversão à frente de mim, como eu tenho agora a captura do LV0 e LV1. Eu também consegui capturar a NAND sem removê-la ou usar um modchip.

3 anos, 2 meses, 11 dias… isso é um sistema muito seguro

Levou 5 semanas, 3 em Boston e 2 aqui, é hardware muito simples inteligentemente aplicado, e um software não tão simples.

Um agradecimento especial para George Kharrat do iPhoneMod Brasil por me dar esse PS3 um ano e meio atrás, para eu fazer esse hack. Desculpe por ter demorado tanto tempo :)

No que diz respeito de como a exploração vai, não vou revelar ainda. A teoria não é realmente aplicável, mas eles podem fazer implementações muito mais difíceis. Além disso, por razões óbvias, não posso postar os dumps que eu fiz. Eu estou esperando para encontrar as chaves de decodificação e posta-las, mas elas podem ser incorporados no hardware. Esperemos que as chaves sejam configuradas como KBAG do iPhone.

Muito mais por vir… @geohot siga-me no Twitter

Quer dizer que o Deus dos hackers existe e não é o Kevin Mitnik? =P
É realmente interessante, mesmo que eu não tenha um PS3, ver a cena hacker do “lado negro da força” aparecer, é realmente bom.

Fonte: geohotps3.blogspot.com/

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Second Quest de The Legend of Zelda aconteceu pro engano

Lembra quando você descobriu que ao terminar The Legend of Zelda você poderia continuar jogando em uma second quest, e isso se tornou tão famoso que até mesmo A Link to The Past e Ocarina of Time ganharam suas second quest (ou Master Quest). Então. tudo isso acontece por acaso. Pois é. Pelo menos é o que explica Toshihiko Nakago:

Eu criei os dados exatamente de acordo com ele [o mapa], mas depois Tezuka-san cometeu um erro e usou apenas metade dos dados. Eu disse, ‘Tezuka-san, só há meia aqui. Onde é que a outra metade vai?’ E como disse tipo, ‘O quê? Opa, eu errei…’ Mas Miyamoto disse que estava bem assim. Assim, usando a metade da memória que sobrou, decidimos criar o Second Quest.

Ainda bem que deu certo essa “idéia”! Quem sabe ainda veremos uma second quest de Wind Waker ou quem sabe Twilight Princess.

Fonte: gonintendo.com/

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Campus Party ao vivo

Para quem não pode ir a Campus Party, pode acompanhar o evento ao vivo por esse link: http://tv.campus-party.org/

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Lei do software no Brasil

Hoje encontrei uma informação que procurei por muito tempo, e hoje encontrei no site do INPI Planalto. Eu li em diversos lugares falando que baixar ROMs é legal, contanto que você tenha o jogo original e tudo mais, e até mesmo falando que é legal contanto que você apague o arquivo ROM em até 24h (haha), mas é foda confiar sem saber a fonte da informação, tanto que eu procurei e encontrei, e não é bem assim: Você não pode baixar a ROM mesmo que tenha o jogo original, o que você pode fazer é criar uma cópia de segurança do seu próprio jogo. Pois é! É dito por lei, o direito do usuário ter uma cópia do software no qual ele possui, em outras palavras: Você pode, sem estar infringindo nenhum lei no Brasil, rodar jogos em seu R4 desde que possua o jogo original.
Segue o paragrafo 1 do artigo 6º da lei 9.609/98:

I – reprodução, em um só exemplar, de cópia legitimamente adquirida, desde que se destine à cópia de salvaguarda ou armazenamento eletrônico, hipótese em que o exemplar original servirá de salvaguarda;

Com isso, você pode utilizar os seus flash cards e backup loaders sem problemas, contanto que possua o jogo original. E eu até aconselho utilizar flash card e backup loaders para rodar os seus jogos, além de serem mais práticos, também mantém o seu jogo original seguro de danos. Eu mesmo possuo um Twilight Princess para Wii que não funciona mais, mas como ainda tenho o jogo, caixa, manual e até a nota fiscal, continuo jogando o jogo pela cópia que eu fiz quando o adquiri.
Isso é só pra mostrar como flash cards são legais, tanto que a Nintendo já tentou acabar com eles e falhou! Flash cards e backup loaders são totalmente úteis para quem gosta de conservar os seus jogos originais, e isso sem contar com o fato da possibilidade de rodar homebrews. Enfim, continuem usando seus flash cards / backup loaders sem medo.

Mas e os emuladores? Bom, nesse caso é mais complicado, porque não existe nenhum anexo específico falando sobre emulador e engenharia reversa na lei 9.609/98, mas mesmo assim é possível determinar a legalidade da utilização de um emulador por outros fatos. Vamos lá. Os emuladores são desenvolvidos utilizando a engenharia reversa dos consoles, hackers e engenheiros trabalham para desenvolver um software que interprete os chamados das ROMs para os processadores de computador. O problema é o seguinte, muitos emuladores utilizam de porçoes de códigos do firmware do console utilizado para o desenvolvimento do mesmo, e manter cópia de software de outros em seu computador é crime. Ou seja, a única maneira de um emulador ser legal seria se você mesmo programasse um em casa. Simples, né? Claro que isso não vale para todos os casos, mas é bom a gente saber que as coisas não são tão simples assim e o Brasil possuí sim uma legislação para softwares.

Fonte: planalto.gov.br/ (link atualizado 28/07/2013)

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Nintendo perde processo conta Divineo

nintendo owned

A Nintendo mais uma vez tenta eliminar a pirataria pela raiz processando o site Divineo que é famoso pela venda de modchips e flash cards.
Convenhamos que os flash cards são realmente uma ponte sem pedágio para a pirataria, mas mesmo assim, isso elimina os benefícios de um flash card?
O que você faz quando você quer utilizar o MSN no seu DS? Ou assistir vídeos? Você utiliza softwares de terceiros, os famoso homebrews. Nem a Nintendo nem ninguém pode tirar o direito de nós, usuários, de utilizarmos os softwares que bem entendemos em nosso sistema. Foi exatamente em cima dessas alegações que a Divineo ganhou o processo que a Nintendo iniciou. O juiz do caso disse que o Nintendo DS deveria ser igual ao Windows: Os usuários devem optar por utilizar ou não softwares de terceiros e também ter o poder de programar os seus próprios aplicativos e eu estou totalmente de acordo com isso.
Eu não tiro o flash card do meu DSi tem muito tempo, e hoje mesmo estava acessando o Twitter pelo aplicativo chamado DSTiwitter. Os flash cards estão ai para facilitar a vida dos usuários, tornando fácil carregar homebrews e jogos em apenas um cartucho.
É verdade que os flash cards facilitam muito a pirataria, mas isso também não pode ser levado como uma alegação absoluta para banir os flash cards. Hoje em dia qualquer um baixa um mp3 de graça na internet, e nem por isso os MP3 Players param de ser fabricados. Assim como você pode ripar as músicas do seu CD e colocar em um MP3 Player, você pode ripar seus jogos de DS e coloca-los em seu flash card, é simples assim.
Enfim, para se aprofundar no assunto, clique aqui e aqui para ver a notícia completa.

Fonte: maxconsole.net/

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Ex-funcionário da Zeemote conta suas experiências na empresa

O ex-funcionário da recem “falida” Zeemote, Michael Vosseller, conta em seu blog pessoal o que aprendeu nos três anos e meio que trabalhou na empresa. Ele diz que em sua opinião, empresas devem evitar ao máximo trabalhar com produtos físicos e sempre trabalhar voltada ao software. Ele explica que por um certo tempo acredito que as pessoas preferiam comprar um produto no qual elas pudessem ver e tocar, ao invez de softwares, que você praticamente encontra de graça na internet. Mas em sua experiência com a Zeemote, ele percebeu que não é tão simples assim criar um produto físico. Primeiro, vem todos os gastos que são utilizados para protótipos do produto tirando o tempo de produção e design do mesmo, já um programador pode em algumas horas construir um demo de algum software sem custo nenhum. “A triste realidade é que hoje em dia os custos de fabricação e distribuição de hardware faz iteração impraticável para a maioria. Se você não acertar na primeira vez, então você já era.” explica Michael, “Infelizmente na Zeemote Inc nós gastamos muito mais tempo lidando com as questões básicas de apenas trazer o aparelho para o mercado do que nós fizemos (ou poderiamos) sobre a iteração do produto com base no feedback dos usuários.”

Para ler o post completo (em inglês) clique aqui.

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